Quinta-feira, 17.06.10

Porque é que apoio Fernando Figueiredo

Caros Militantes!

No próximo dia 18, é nosso dever contribuir para a democracia interna do nosso partido e votar para a CPS de secção do PSD de Celorico da Beira.

Como é do domínio público, sou apoiante incondicional do Dr. Fernando Figueiredo e tenho a honra de pertencer à sua lista.

Apoio o Dr. Fernando Figueiredo, não porque sou seu amigo, já que considero que os valores do partido se devem sobrepor às amizades e nunca apoiaria uma lista qualquer que fosse, apenas pela amizade, mas, porque e para além; do reconhecimento e consideração de um passado tão recente, para além de honesto, trabalhador, competente, pessoa de coragem, pessoa correcta, reconheço nele capacidade e as qualidades intrínsecas de uma pessoa que pode levar a concelhia “a bom porto”!

Para quem não se lembra, ou ainda não era militante na altura, o Dr. Fernando Figueiredo, travou num passado muito recente, uma batalha política apoiado por um punhado de militantes que na altura se juntaram a preceito e que logo após a “vitória”o “abandonaram com carinho e com um apoio moral” a “navegar em alto mar”, acompanhado de uma lista de “meia dúzia de nomes” que em caso de grande necessidade lhe dariam uma “mãozinha”. A verdade é que o “trajecto” até à constituição de uma equipa que enfrentaria as autárquicas seguintes, foi palmilhado completamente sozinho. A verdade, é que em menos de um ano, teve a seu único cargo duas eleições; as Europeias e as legislativas, (com um saldo francamente positivo). Quando chegaram as autárquicas, a sua “responsabilidade”, foi “diluída”, aquando da formação de uma equipa para defrontar as eleições, mas até lá foi realmente para ele, “uma grande jornada”.

Durante todo este período, a concelhia do PSD em Celorico da Beira, resumiu-se à sua pessoa e pouco mais, mas nunca desistiu. Conseguiu congregar novos militantes e convencer gente que apareceu nas e para as campanhas autárquicas a filiarem-se. Alguns estão agora, por motivos pessoais na actual lista opositora, sem que tenha havido por parte de todos eles, uma pequena explicação ou um mero desabafo.

É claro e concordo plenamente que não é nada inédito, nem tão pouco extraordinário, duas ou mais listas a umas eleições democráticas. E o PSD é um partido pluralista! A meu ver e na minha humilde opinião, o que realmente pode ser pouco extraordinário, são os pressupostos e os fundamentos, para não falar em “motivos pessoais” que estarão na génese de outras candidaturas. Caso contrário interrogo-me como é que pessoas que faziam parte da mesma concelhia, figuravam pois, na tal lista de “meia dúzia de nomes” e que até dariam uma “mãozinha”, em caso de emergência, que até fizeram parte activa nas autárquicas e sem que tenha havido rotura alguma, se perfilem em “tempo desajustado” numa lista a…?

Será que a derrota nas últimas autárquicas “atingiu” apenas alguns? Será que não estaríamos todos no “mesmo barco”? Será que a derrota das últimas autárquicas, pode de alguma forma servir interesses políticos ou mesmo pessoais, de alguns que andaram connosco “ombro a ombro”? Será que não éramos todos “do mesmo”? Será que daquele grupo de gente das últimas autárquicas, vão sair agora novas ideias, novas estratégias, novas atitudes, novas orientações, novo dinamismo, novos caminhos, novos rumos, apenas, tirando apenas o actual presidente? Tirar aquele que conseguiu trazer o partido até hoje? Aquele que para que, chegar até aqui fosse possível, se empenhou pessoalmente… quantas vezes sozinho? Aquele que trabalhou sozinho durante mais de um ano? Já não precisamos dele? Damos-lhe agora um pontapé? E aquela gente da mesma concelhia que logo após a derrota se pôs à procura de gente para uma lista a concorrer a umas eleições que se realizariam apenas OITO MESES DEPOIS!? E o jantar de Natal? E a JSD? Há quantos anos não existia a JSD? Os senhores que se encontram à frente da JSD, já se esqueceram como é que lá estão? Como é que decorreu o processo? Alguns militantes e simpatizantes que nos acompanharam nas autárquicas, sabem ou não, os problemas e adversidades que atravessamos juntos e as dificuldades de trazer gente para as nossas hostes? Atribuímos a culpa agora ao presidente da concelhia? Então, pergunto agora eu; será justo crucificarmos o Dr. Fernando Figueiredo? É este o tratamento que este Homem nos merece? Não nos merece qualquer tipo de respeito? Chutamo-lo para canto?

Ou será parafraseando o “grande” José Cid … “Rei morto…”

Não me movem motivos pessoais contra ninguém, nem tão pouco interesses à vista! Disto sabem as pessoas que acompanharam esta concelhia e as últimas autárquicas! Reconheço não ter feitio para “olhar para o lado”, e não conseguir virar as costas, mesmo já com a causa perdida, vou até ao fim. Movo-me por convicção e disto sabem as pessoas que me conhecem. Não lido bem com gente de duas palavras, nem com traições e nunca abandono ninguém!

Por falar em mudanças …e em unidade, ou em união que toda a gente agora apregoa e alguns falarão do que sabem… Não querendo particularizar, nem armar-me em santinho (de que decididamente nada tenho) e não é minha intenção nem julgar nem criticar, estranho, que gente que apregoa a tal unidade e união, critique e julgue, uma união que em tempos muito próximos se pensaria difícil, muito mais do que a de agora apregoada, sem conhecerem os pressupostos e alguns nem sequer conhecerem os antecedentes. Ou seja e corrijam-me se estarei errado; União sim, …segunda as nossas regras, mas …excluindo a, b, c, d… União sim, …mas com fulano ou beltrano…NUNCA! Se não estiver errado, …estarei seguramente a tentar descobrir qual é o significado para “aliança”. Será que este não é um sinal inequívoco da democraticidade, de abertura, de novos horizontes de um pessoa que foi apelidado de intransigente e inflexível?

Com uma lágrima no canto do olho, não consigo acabar sem uma palavra em particular, para todos aqueles que acreditaram que apesar de Victor Santos e a sua equipa terem sido os melhores candidatos à Câmara, mesmo com louvável trabalho e esforço, não tenham ainda percebido que o PSD em Celorico da Beira, nunca irá ganhar, se não for para além de uma insignificante união que teria de ter uma determinada pessoa como presidente, porque caso contrário, já nem união poderia haver. O PSD, só irá a algum lado, se conseguir essa união e muitas mais! O minúsculo universo da nossa militância resigna-se a duas ou três centenas de pessoas. Se não alargarmos as uniões e as “alianças” a toda a gente… se não fizer união e alianças com os todos os militantes… mesmo os que umas vezes estão, outras nem por isso …se não conseguirmos ir buscar todos aqueles militantes que ninguém sabia que existiam …se não fizermos uniões e alianças com toda a população… se não fizermos tantas alianças…Se cada vez que nos interessar, mandarmos os militantes vergonhosamente “tirem as vossas conclusões”, iremos ter sempre muito trabalho, esforço e louvável até, mas mesmo com muitos votos de apreço e gratidão, pelos árduos meses de esforço e trabalho louvável, o resultado tenderá infelizmente a piorar. Perdoem-me a frontalidade e a dureza das palavras, mas quem me conhece sabe que não me consigo rir, quando não tenho vontade.

Não sei se o futuro me dará ou não razão, mas seguramente aprendi (e esta não é de nenhum músico), que afinal o “trigo e o joio” em política se separam nas derrotas. E não foram os valores e os princípios se esfumaram, depois das derrotas, são os interesses, que alteram!

É por todos estes motivos e muitos “mais” que me tornam apoiante incondicional de uma pessoa que merece e a quem se preparava o “santo sacrifício” de “abdicar” em nome do “progresso”.

É por todos estes motivos e muitos “mais” que eu lhe peço que vote em consciência e que vote Fernando Figueiredo. Vote na lista A

Viva O PSD! Viva Celorico da Beira!

Luís Albuquerque José.

publicado por escolhercelorico às 16:07 | link do post | comentar

Decidir POR e não CONTRA

Companheiras, Companheiros

Caros Amigos

 

Chegou a hora de vos dirigir algumas palavras.

Ao longo deste últimos 8 meses fui, atentamente, observando as movimentações, aspirações, ambições, lamentações e sentimentos de revolta de alguns Companheiros.

Esperei, ponderei e decidi.

Decidi pelas ideias, decidi POR e não CONTRA.

Decidi porque acredito que a verdadeira Social Democracia nasce da união das ideias, das convicções e sobretudo nasce no seio do debate bem-intencionado e verdadeiro. Exposições e defesa destas mesmas intenções ou ideias têm que ser discutidas internamente, na hora certa e no local certo. Não podem ser expostas numa qualquer esplanada ou balcão de café.

Mas, caros Companheiros, sinto-me profundamente desiludido, será esta a palavra certa, por alguns Companheiros terem decidido, com todo o direito e respeito, seguir as suas ambições organizando-se em torno de uma candidatura à Comissão Política, por ter a firme convicção e certeza que essa mesma candidatura é constituída por pessoas inteligentes e capazes estou desiludido quando, quer seja por falta de maturidade política ou por maus aconselhamentos (ou maus conselheiros), as suas ideias, o seu projecto, se resume a NADA.

Pondo de parte a já gasta rectórica “política de proximidade”, a única vontade concreta que demonstra é, e bem, a criação de uma nova sede. Mas meus caros amigos, primeiro precisamos de reunir todos os militantes e simpatizantes em torno de um ideal comum para depois podermos “encher” a sede.

Desiludido porque usa um constante discurso de justificação das acções e atitudes passadas como ponto central de projecção do seu programa eleitoral.

Desiludido por constatar que não existem ideias concretas e fundamentadas  mas sim a personalização na vontade de ser contra. Não podemos cair na tentação de usar a força das nossas ideias com um único e principal objectivo, não de as fazer prevalecer por elas próprias, mas, ser contra alguém. Se assim for o nosso objectivo e discurso torna-se oco, vazio de conteúdo e descredibilizado.

Desiludido por me aperceber que algumas pessoas fora do Partido têm uma vontade incontrolável de influenciar alguns militantes chegando ao ponto de exercer com a sua autoridade coagindo assim a livre escolha no acto eleitoral indicando uma candidatura a apoiar.

Desiludido porque o Partido Social Democrata de Celorico da Beira merecia mais e melhor.

Se foram cometidos erros no passado? Claro que sim. Se o Companheiro Fernando Figueiredo, António Caetano, Luís Albuquerque, e eu próprio, cometeram erros? Claro que sim.

Mas a inteligência dos Homens está em usar esses erros para encontrar forma de não os tornar a cometer mas sim de transforma-los numa energia que nos una e impulsione para um futuro com objectivos, com propósitos.

Esse objectivo Companheiros, é sem dúvida o propósito, a vontade e a força para mudar o Concelho de Celorico da Beira expressa na candidatura ESCOLHERCELORICO.

Mudar a mesquinhes instalada nos últimos anos, mudar para que a sociedade celoricense viva o dia-a-dia sem medo de falar abertamente do que pensa, sem medo de nos olharmos nos olhos.

É por ter a força alicerçada nos ideais de Francisco Sá Carneiro e na Social Democracia que ESCOLHO CELORICO.

Um Forte Abraço

Rui P. Casaca

publicado por escolhercelorico às 11:02 | link do post | comentar

O Estado da Nação Social Democrata de Celorico da Beira

Caras companheiras e companheiros do PSD de Celorico da Beira

O momento é oportuno a opinar sobre o estado da nação Social Democrata de Celorico da Beira, muitos dos meus companheiros que não se revêem, dissimuladamente, nas estratégias ou conteúdos programáticos da lista da qual eu faço parte, acabam por se denunciar e alvitram o verdadeiro sentido da sua discórdia, que assenta na integração daqueles que de uma forma ou outra não estiveram no partido nos últimos tempos, por razões de natureza diversa e que não é momento apropriado para estar a escamotear. Agora e depois de darem oportunidades, as quais não tiveram, a todos aqueles que de uma forma mais ou menos responsável, mais ou menos participada frente aos destinos do partido nos últimos tempos, sentiram o apelo da militância, da responsabilidade e o dever de colocar em prática os seus conhecimentos e inevitável empenho em alterar o caminho sinuoso que o concelho tem percorrido nos últimos anos. Será que todos os militantes que venham por bem, não são bem-vindos? Será que todos aqueles que queiram aderir à causa social-democracia, apesar de no passado terem trilhado outros caminhos, não são bem-vindos? Será que continuam a prevalecer tabus nas mentes de muitos companheira(o)s? Penso que não, penso que em prol dos interesses superiores do partido, é necessário o máximo de convergência de todos os militantes e da sociedade civil, para se almejarem as vitórias que tanto nos inspiram. È hora de acolhermos todos aqueles que sentiram na sua vida, noutros tempos, o PSD e acarinhar todos aqueles que nunca faltaram à chamada. O PSD de Celorico da Beira, para ser um partido vencedor tem que ter líderes que entendam o princípio mais elementar da tolerância, naturalmente com sentido crítico e de uma forma inteligente, estejam abertos á mudança e saibam entender os sinais que são emanados pela Sociedade civil. Nos últimos anos, assistiu-se em Celorico da Beira, a uma mudança de tendência de voto que originou identidades partidárias distintas das usuais, despoletada por inversão de tendências partidárias de alguns líderes de opinião, que de uma forma ou outra arrastaram os seus mais fies seguidores, originando o actual cenário político em Celorico da Beira. O eleitorado dos partidos, nos últimos anos alterou-se e no actual momento é necessárias lideranças fortes coadjuvadas por equipas que estejam conscientes deste facto, e que tenham grande capacidade de mobilização junto das populações, para passar de uma forma credível, responsável e séria a mensagem social-democracia. Temos que encarar o futuro com optimismo e livramo-nos dos fantasmas do passado!

 Temos que nos livrar de todos aqueles que de uma forma indirecta tentam o divisionismo, que lhe serve para “reinar” e simultaneamente de “chapéu” a futuras aspirações. Estes, malevolamente movem-se por corredores obscuros, aproveitando as vulnerabilidades de alguns, assediando-os com falsas promessas, colocando ao seu dispor as suas influências junto de alguns, poucos, dos nossos mas que são dos deles. Estas pessoas que se prestam a este papel deviam ter vergonha!

Ao ler muitos dos comentários, pergunto a mim mesmo, demonstrando alguma ignorância, onde andaram muitos daqueles que hoje se proclamam donos do saber, da estratégia e da razão? Será que o Sr. Nuno Nascimento, nos seus 22 anos de militância no PSD de Celorico da Beira, não ocupou lugares de responsabilidade na JSD, CPS, Assembleia Geral e Assembleia Municipal da edilidade Celoricense? Será que não participou nas estratégias delineadas para as várias eleições ocorridas em Celorico da Beira? Será que passados estes 22 anos é que vai colocar o seu empenho, com novas ideias e melhores estratégias, ao serviço do PSD de Celorico da Beira? Então, o que andou a fazer nestes últimos anos, foi prestar um mau serviço ao PSD de Celorico da Beira? Ou será, que o Dr. Fernando Figueiredo, nos últimos 2 anos não o deixou por em prática essas brilhantes ideias e estratégias, porque nunca as teve?

Nunca podemos confundir amizade com competência ou com o perfil adequado para determinados lugares, essa será a pior forma de colaborar com o partido e simultaneamente prestar um mau serviço a esses nossos amigos. Só se compreende no sentido, de termos alguns interesses pessoais ocultados e consequentemente aproveitarmos essa fragilidade de capacidade de liderança para sobressairmos e atingirmos o que nos levou a apostar neste projecto, apesar de não acreditarmos nele. O que sobre o meu ponto de vista se torna lamentável e eticamente reprovável. Será que há um projecto, que não conheço, ou vários projectos dentro da candidatura liderada pelo Sr. Nuno Nascimento?

Muitos dos meus companheira(o)s apelam ao bom senso, acho muito bem, entendo que deve imperar o bom senso quando se fala depreciativamente de qualquer militante em praça pública, porque de uma forma ou outra pertencem à nossa família politica e sobre o que entendo e o que me parece aconselhável, há que salvaguardar todos os nossos companheira(o)s, em prol dos interesses mais legítimos do partido, pois as lutas passam após as eleições,  e as circunstancias e tendências actuais, com o tempo, alteram-se. As lutas internas devem servir para revitalização do partido e após ocorreram, todos os militantes, sem excepção, devem estar unidos no sentido de o fortalecer para o exterior. Por uma vez, temos que entender que os nossos inimigos não estão no seio do partido!

O vale tudo, o divisionismo a falta de valor social-democrata impera no espírito de muitos, que apesar de terem, por que me parece, participado de uma forma activa nas eleições autárquicas, ocupando lugares de destaque, renegam a sua participação e consequentemente a liderança e estratégia sufragada pela maioria desses intervenientes. Será, que nesse preciso momento já não se reviam na figura do candidato Dr. Vítor Santos e na estratégia delineada pela concelhia do Dr Fernando Figueiredo? Por esse motivo é que começo a perceber as causas da derrota! Será, que mudaram de opinião a partir do dia 11 de Outubro de 2009? O que os levou a tal atitude?

Muitos alegam, como causa principal de ruptura com o actual Presidente da CPS, a falta de diálogo o não cumprimento das regras de pluralismo e simultaneamente o respeito pelo outro, mas quem efectivamente demonstra este deficit, foram todos aqueles que segundo suas palavras, sentiram necessidade de acrescentar valor ao PSD, após o dia 11 de Outubro. As suas expirações parecem diferentes, e não são inocentes de todos aqueles que o fizeram por acreditar naquele projecto e no líder a quem até hoje, se mantiveram leais. Mas aqueles, que por terem deslumbrado a possibilidade de fazer cair o presidente da CPS, se filiaram para engrossar essa corrente, naturalmente que as suas expirações foram colocadas a descoberto. Parece-me que o momento não foi oportuno, porque a ilação que tiro dessa atitude é demonstrativa do que acabo de pronunciar. Espero estar enganado!

Quero acreditar que após as eleições o partido estará como nunca, unido, deixo um repto a todos os meus companheiros que se mantenham leais aos valores da Social Democracia em Celorico da Beira.

Saudações Sociais Democratas

António Caetano

publicado por escolhercelorico às 10:55 | link do post | comentar

O Partido

Caros Companheiros e Companheiras!

 

Acabo de dar, pela primeira vez, uma breve “vista de olhos”pelos “blogs” das candidaturas às próximas eleições à CPS do PSD em Celorico da Beira. Tenho de confessar publicamente, que a minha primeira reacção, foi de “um baixar os olhos”. Tenho de confessar que senti alguma vergonha pelo “nível” atingido neste “confronto de ideias”. Tenho de confessar que não reconheço “este PSD”. E se chamamos a este “nível”; “tempos de mudança e modernidade”, terei infelizmente de recordar com saudade o passado. Mudança sim! Modernidade sim! Mas …“não vale tudo”! …Acima de tudo, há que manter a postura e salvaguardar a nossa “imagem” a nossa dignidade e credibilidade, perante a opinião pública, já que existem, como todos sabemos, organismos e locais próprios, onde poderemos e devemos expressar e debater as nossas opiniões. Podemos e devemos difundir publicamente as nossas ideias e os nossos projectos. Não podemos nem devemos “ lavar a roupa suja na rua”!

Fui hoje, interpolado por um celoricense apartidário, alertando-me para o facto das eleições à Concelhia e o próprio PSD de secção, estarem a ser alvo de chacota num famoso “blog” que fala sobre o Município e sobre Celorico da Beira. Lamentavelmente tive oportunidade de verificar que há “matéria-prima”, para “os fazer falar”. Inteligentemente, existem “outros” que assistem de bancada e aplaudem “todos os tiros”; quer os certeiros, quer os de “pólvora seca”. Lá diz o velho ditado “…dividir para reinar”.

Apelo aqui em nome do bom senso e da capacidade que nos identifica, pelo Bom Nome e Unidade do Partido, para que se apaguem todos os comentários ofensivos, disputas pessoais menos próprias, bem como todos os comentários anónimos, de maneira a que os “blogs” de candidatura, não se transformem num local onde gente sem coragem e sem carácter, aproveite para insultar, denegrir a imagem e o bom nome dos militantes, ou de qualquer outro.

Aproxima-se o dia 18 e estamos seguramente a tempo de reparar qualquer dano.

Estou convicto que os militantes do PSD, são suficientemente idóneos e com capacidade de discernimento, para que não haja necessidade de recorrermos a métodos menos próprios, sem dignidade ou moralidade que “outros” usam, ainda que implique a almejada vitória.

Apelo pois ao voto de todos os militantes.

Dia 18, cumpre a tua obrigação e vai votar.

Saudações SD

Luís Albuquerque.

publicado por escolhercelorico às 10:53 | link do post | comentar

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